Migrando de uma atuação tática para uma estratégica, a área de Suprimentos garantiu maior visibilidade e resultados satisfatórios para o grupo.
Qual era o real objetivo da mudança? Fabio Rizzioli, gerente de Desenvolvimento de Suprimentos conta que a implementação se resumia em apresentar e validar um conjunto de indicadores que avaliasse o desempenho dos processos, buscando atingir as metas do negócio e comparando com fontes externas e internas de referência. “A decisão de mudar de um modelo tradicional para o novo modelo está associado a um resultado econômico e financeiro onde obtemos maiores ganhos e, conseqüentemente, conseguimos maximizar os resultados da empresa”, explica Rizzioli.
O processo de definição de indicadores de performance iniciou-se com premissas alinhadas aos objetivos estratégicos da empresa e da área de suprimentos e finalizou-se com a estratégia da implementação dos indicadores e com o vínculo da remuneração variável.
Depois de definir as premissas, um grupo de métricas balanceadas favoreceu uma visão de gerenciamento de suprimentos capaz de minimizar distorções ou desvios e se aproxima dos fatos. E então, os indicadores foram definidos e classificados entre estratégico, tático e operacional.
Para o estratégico, a área definiu indicadores como, por exemplo, benchmarking estoque/custos, ganhos da matriz estratégica e inflação interna. Para o tático são usados indicadores como cobertura de estoques, custo do pedido de compra e valor médio da fatura recebida. E para o operacional, itens em estoque sem movimentação, prazo médio de pagamento e tempo para cadastramento de material são alguns dos indicadores definidos.