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Gestão do Planejamento Estratégico
26/04/2009 | Fonte: Administradores Artigos   
Origem do Planejamento estratégico, já bastante abordada e fundamentada partindo do pressuposto das ações dos exércitos gregos e espartanos, como forma de ganhar tempo, espaço territorial de dentro de um foco especifico avaliado e submetido a pareceres unilaterais de um ou dois pensantes.

Bom, prefiro eu abordar a origem das ações estratégicas, sob a égide da Igreja Católica, que também era fundamentada na ocupação territorial, caixa, prazo e disseminação de seu pensamento, só que de forma mais abrangente, atingindo o núcleo familiar e o Poder constituído (participando ativamente dele).

Partindo do pressuposto, que existe uma situação dada, o Plano Estratégico, absorve essencialmente as dimensões de encontrar soluções imediatas de curto prazo, diretrizes de avaliação e médio prazo e de continuidade em longo prazo, agindo assim as organizações constituídas iniciaram todo processo de elaboração e atuação de suas ações, um foco estratégico, assim pensavam os administradores da Igreja.

Enquanto a visão era focada entre poucos pensantes, a evolução para a participação de forma grupal(Equipe) foi fundamental, partindo assim de um momento extremamente rígido, fechado á criatividade que levava a perca do foco principal, podendo ser dissolvida ao longo do tempo.

Ter, o que se chama de espaço de criação de alternativas para a solução de dificuldades pontuais, tornou peça fundamental na engrenagem tendo em vista que os ambientes e seus atores envolvidos cercavam-se de uma mutabilidade rotineira, a visão do todo para o reordenamento do localizado. Já a projeção temporal, levou a necessidade e abertura de novos pensamentos (sem a perca do foco), partindo daí a arquitetação de novas organizações, desmistificação de novas estratégias para centralização do foco ou objetivo principal dessa estruturas organizacionais.

A importância, se fundamenta como instrumento racional para realizar o feedback, pois esse retorno é a retro alimentação de dados necessários para serem julgados e lançados novamente na ação sob forma de antídoto, na solução de problemas, nesse caso pressupõe a necessidade de pensar o hoje para os resultados a serem diagnosticados, repito, numa visão global, sem perder de vista os objetivos finais.

Então assim adquiridos de forma parcelada dependendo dos instrumentos, que foram laçados mão, pressupõe-se assim ter um resultado para re analise do processo e mediante as mudanças ambientais a ter que redirecionar a estratégia focada.

Na elaboração de cenários, nada mais é do que um mapeamento, verticalizado de um espaço (publico, comércio, concorrência, produto), situalizando seus comportamentos e fraquezas e necessidades, portanto, centrado nas forças como suplementos para o diagnostico espacial e situacional.

Sendo assim como na aquisição de uma residência, é que se torna necessário, olhar sua estrutura, os vizinhos (pertos) e os vizinhos do vizinho, que por conseqüência se tornarão vizinhos seus. Bem, isso é uma figuração do que é a analise ambiental, comercialmente falando há outros fatores que devem ser explorados e sempre vigiados para a sempre constante re analise.

Os cenários a serem per caminhados pelas ações da organização, devam ser desenhados com a participação efetiva dos executores (administradores) da ação isto é ponto fundamental para o inicio da estratégia de forma ativa.

É importante salientar que os cenários ambientais não são estanques, por si só são mutáveis, portanto, é necessário inicialmente estabelecer uma plataforma de analise global e setorial de cada ambiente (micro, setorial e macro).

A tipologia só se torna fundamental quando é uma situação extremamente específica, em situações todas as abordagens são necessárias serem aplicadas. Esses dois angulos deixam a organização livre a permear entre um a focagem determinista e ou outra probabilística, continuo a insistir que não há foco estanque e definido no roteamento de uma duas três e muitas ações, pois o plano estratégico obriga-o a está realizando esta peneira ou melhor, o balanceamento entre o que determinado e definido e o que é provável, da mesma forma pode m ser utilizados as duas vertententes em cada determinado momento.

Numa visão interna da organização na qual atuo, como se trata de uma situação estudada real, é sim de pequeno porte faz–se a conjugação das duas abordagens visto que os ambientes possuem variáveis determinantes, para a definição de focos localizados e globais.

Não se tem uma analise no momento no que concerne ao seu impacto, pois se trata de uma organização em processo de customização e formação de habito informativo e não de opinião, fragmentar ao seu publico a informação de interesse, individualizado e ambiente em que esta tem numa amplitude global, que tem outros atores envolvidos, que trazem como pano de fundo, interesse diversos e, pensamentos também de customização político administrativo e econômico.

Nesta questão é primordial, ter uma clareza do espaço situacional, e a organização já na sua concepção, já deva ter claro, enquanto espaço territorial de publico a ser atingido e produto (serviço) a ser oferecido. Já na organização ora referida, trata-se da administradora de um site, composta de poucas pessoas.

Relativo ao seu posicionamento no mercado, é importante salientar que na concepção da idéia, isto é, no debate inicial foi realizado todo um mapeamento do ambiente interno local, regional, e macro regional, a respeito do foco a ser atingido, publico alvo (afinidade e de fidelidade), investimento estrutural, publicidade, planos de curto médio e longo prazo.

Foi com esta concepção de plano estratégico que estamos trabalhando, pois se trata de um nicho bastante amplo que é atuação de um site na Amazônia, focada e localizada entre dois cenários de compreensões sobre a natureza, o futuro econômico do desenvolvimento econômico sustentável e outro paralelo que é a preservação do Meio Ambiente.

Por: Palmerio Carvalho.
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